Saúde

Saúde no Brasil

“Para cada pessoa que recebe mais do que paga, existe alguém que pagou
mais do que recebeu.”

 

O setor da saúde em nosso país é extremamente regulado. Isso afeta hospitais, farmácias, profissionais de medicina, seguradoras e faculdades. A pesada regulação sobre a indústria de seguros de saúde, por exemplo, prejudica a competição, pois apenas poucos conseguem atender (com dificuldades) todas as demandas. Na prática, essas regulações encarecem os serviços e prejudicam o acesso de todos à saúde.

“Para cada pessoa que recebe mais do que paga, existe alguém que pagou mais do que recebeu.” Rafael Andreazza Daros

Menos regulações, melhoram os serviços e aumentam o acesso a saúde

O desenvolvimento e a produção de medicamentos, produtos farmacêuticos e equipamentos médicos também sofrem com a regulação excessiva, gerando altos custos para se conseguir do governo a aprovação para o exercício destas atividades.

Com a menor regulamentação do setor haveria uma maior oferta no mercado, reduzindo os preços e aumentando a oferta de serviços na área.

A competição gera resultados positivos em todos os setores, fomentando a inovação, reduzindo os preços e permitindo liberdade de escolha entre os serviços.

 

O que fazer?

Apoiar legislações que não restrinjam a competitividade e revogar as que prejudicam.

Um dos maiores problemas da saúde, seja pública ou privada, é a falta de médicos. Ainda que o próprio governo aponte este problema, ele mesmo o cria e o agrava quando restringe a abertura de cursos de medicina. É preciso que o governo e as agências não interfiram na criação desses cursos, permitindo que formemos mais médicos e, por consequência, os valores do setor da saúde baixem.

Mais
Cursos de Medicina
Alunos de Medicina
Profissionais Médicos
= Menos Custo

A judicialização da saúde é um outro grande problema. A legislação vigente permite que o judiciário relativize todos os contratos, não respeitando cláusulas restritivas entre seguradoras e segurados, desrespeitando assim a autonomia da vontade entre os contratantes e auferindo sensíveis perdas financeiras às seguradoras que são compensadas com o aumento de preços ou até inviabilizando a prestação do serviço.

A imposição de um serviço referencial mínimo impede a personalização dos planos de acordo com as necessidades de cada consumidor, afetando principalmente a camada mais pobre dos brasileiros que, por conta da restrição, não pode contar com planos mais básicos e, portanto, mais acessíveis, deixando-os reféns do SUS.

“Se reduzíssemos os impostos incidentes na saúde, sobraria mais recursos nas mãos das pessoas que, por conta própria, poderiam poupar para gastos com saúde. Hoje o brasileiro paga 2 vezes pela saúde, paga a pública e a privada, e, ainda assim, não é bem atendido.”

 

SANEAMENTO BÁSICO

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Más condições sanitárias são a causa de 1 em cada 4 mortes de crianças até 5 anos. No Brasil, estima-se que a cada real investido em água limpa, 4 reais são economizados em tratamentos de saúde . Infelizmente, investir em saneamento não rende votos, por isso não recebe a atenção necessária dos atuais parlamentares.

GESTÃO PRIVADA DE HOSPITAIS

 

Pesquisa realizada por técnicos do Tribunal de Contas monstra que dos 6 hospitais mais eficientes em Santa Catarina, cinco são de gestão de Organizações Sociais de Saúde. Quando analisados exames realizados, atendimento ambulatorial, registros na emergência, internações e cirurgias, as OSS obtiveram o dobro de pontuação dos hospitais público. O estudo aponta que a baixa eficiência na gestão gera um desperdício anual de R$ 671 milhões. Precisamos mudar essa realidade.

OUTRAS ABERRAÇÕES DA SAÚDE

  • Há uma multa que incide sobre os médicos pelo não comparecimento à eleição do CRM.
  • No Código de Ética em seu capítulo XII, é vedada a divulgação de qualquer assunto médico em meios de comunicação de massa.
  • No ano 2000, havia 3.577 operadoras de planos de saúde atuando no Brasil. Depois de 10 anos, o número teve uma grande queda, caiu para: 1.628, sendo que apenas 12% delas têm mais de 80% dos usuários. E, em março de 2017, o número já era de apenas 1.076 operadoras.
  • No Brasil, mais de 904 mil pessoas esperam por uma cirurgia eletiva. Boa parte desses pacientes aguardam o procedimento há mais de 10 anos
  • Segundo um artigo do Conselho Federal de Medicina (CFM), de 2003 até 2015 foram desviados das verbas do SUS cerca de R$ 4.555.960.367,85.

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